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9 de março de 2011

Go ahead

"Go ahead… eat that slice of chocolate cake, splash in those muddy puddles after a rainstorm, tell someone you love them, draw a picture with crayons like you’re still 6 years old and then give it to someone who is very important to you. Do something selfless everyday. Volunteer at a soup kitchen, go on a mission trip, fill up someone’s meter, take a homeless person to dinner, make a difference in the life of a child. Take a nap, go on vacation, do a cartwheel, make up your own recipe, dance like no one sees you, paint each nail a different color, take a bubble bath, laugh with your friends. Run a marathon, plant a garden, learn a new language, write a song, go on a picnic, relax in the sun, sing in your car out loud with the windows down, hug the unhugged, love the unloved and praise and thank God everyday. Live your life so that when you’re standing in front of heaven’s gate that chosen day, you’ll have no regrets, no sorrows and no disappointments."

autor desconhecido

7 de março de 2011

.......

"Eu gosto de pessoas inteligentes que enxergam o mundo com humor. Tem muitas pessoas em quem eu bato o olho e penso: deve ser legal ser amiga dele. É gente que não carrega o mundo nas costas, que fala olhando nos olhos, que não se leva tão a sério, que é franca na hora do sim e na hora do não. É difícil sacar as qualidades de uma pessoa sem antes conhecê-la, mas intuição existe pra isso. Tenho vários amigos que enriquecem minha vida e se encaixam no meu conceito de “pessoas especiais”, mas meu coração é espaçoso e está em condições de receber novos inquilinos."



Martha Medeiros

3 de março de 2011

As Paixões Humanas

"Eu considero inteligente o homem que em vez de desprezar este ou aquele semelhante é capaz de o examinar com olhar penetrante, de lhe sondar por assim dizer a alma e descobrir o que se encontra em todos os seus desvãos. Tudo no homem se transforma com grande rapidez; num abrir e fechar de olhos, um terrível verme pode corroer-lhe as entranhas e devorar-lhe toda a sua substância vital. Muitas vezes uma paixão, grande ou mesquinha pouco importa, nasce e cresce num indivíduo para melhor sorte, obrigando-o a esquecer os mais sagrados deveres, a procurar em ínfimas bagatelas a grandeza e a santidade. As paixões humanas não têm conta, são tantas, tantas, como as areias do mar, e todas, as mais vis como as mais nobres, começam por ser escravas do homem para depois o tiranizarem. Bem-aventurado aquele que, entre todas as paixões, escolhe a mais nobre: a sua felicidade aumenta de hora a hora, de minuto a minuto, e cada vez penetra mais no ilimitado paraíso da sua alma. Mas existem paixões cuja escolha não depende do homem: nascem com ele e não há força bastante para as repelir. Uma vontade superior as dirige, têm em si um poder de sedução que dura toda a vida. Desempenham neste mundo um importante papel: quer tragam consigo as trevas, quer as envolva uma auréola luminosa, são destinadas, umas e outras, a contribuir misteriosamente para o bem do homem."

Nicolau Gogol, in 'Almas Mortas' "

1 de março de 2011

...

"Você se sente em casa dentro do seu próprio corpo?
Muitos não passam de hóspedes de si mesmos...
Estar em paz é aceitar serenamente que você não tem todas as armas para conquistar o que deseja, não tem munição suficiente para levar todos os seus planos adiante e não possui um exército que diga amém para todos os seus delírios.
Você está só e é um sujeito heróico dentro do possível.
Costuma ir à luta por um emprego, por um amor, por grana, por objetivos razoáveis, e quando não dá certo, não dá, e quando erra, paciência, e quando acerta, oba!, e quando está cansado, se recolhe, e quando está triste, chora, e quando está alegre, vibra, e quando enxerga longe, vai em frente, e quando a visão embaça, freia, e quando está sozinho, chama, e quando quer continuar sozinho, não chama.
Primeiro passo para a paz: reconciliar-se consigo próprio.
É o que a gente pode fazer de mais concreto, por mais abstrato que pareça."

Martha Medeiros

26 de fevereiro de 2011

Nada é certo

"Ninguém avança pela vida em linha recta. Muitas vezes, não paramos nas estações indicadas no horário. Por vezes, saímos dos trilhos. Por vezes, perdemo-nos, ou levantamos voo e desaparecemos como pó. As viagens mais incríveis fazem-se às vezes sem se sair do mesmo lugar. No espaço de alguns minutos, certos indivíduos vivem aquilo que um mortal comum levaria toda a sua vida a viver. Alguns gastam um sem número de vidas no decurso da sua estadia cá em baixo. Alguns crescem como cogumelos, enquanto outros ficam inelutávelmente para trás, atolados no caminho. Aquilo que, momento a momento, se passa na vida de um homem é para sempre insondável. É absolutamente impossível que alguém conte a história toda, por muito limitado que seja o fragmento da nossa vida que decidamos tratar."

Henry Miller, in "O Mundo do Sexo"
"Parabéns para você, que tem um sonho.
Que não desiste, apesar do que falam.
Que não se abala, apesar do medo.
Que sente uma fraqueza interna, mas caminha com passos firmes.
Que fica tonta, mas não desmaia.
...Que apesar de cada pedra no caminho, corre.
Que reclama dos problemas, mas entende que a vida é feita deles.
Que tenta entender o defeito alheio – e procura perceber os seus."

Clarissa Côrrea

16 de fevereiro de 2011

Intimidade

"Intimidade é quando a nossa vida descontrai diante de outra vida e respira macio. Não há porque se defender de coisa alguma nem porque se esforçar para o que quer que seja. O coração pode espalhar os seus brinquedos. Cantar a música que cada instante compõe. Bordar cada encontro com as linhas do seu próprio novelo. Contar as paisagens que vê enquanto cria o caminho. Andar descalço, sem medo de ferir os pés."
 
Ana Jácomo 

( e sem ela, o ser-humano não vive... sobrevive, muito mal )

15 de fevereiro de 2011

Dos caminhos para a Felicidade


"Sempre achei que muitas vezes não encontramos a Felicidade onde achávamos que encontraríamos porque nos limitamos a encontrar um poste destes, com várias direcções. Paramos em frente do poste, a ver qual das tabuletas é que diz a tão ansiada e desejada Felicidade. E vemos uma que, bem, diz preto no branco, "Felicidade". Se aponta para a esquerda, pois lá vamos nós, numa cruzada, para a esquerda. Com pensamentos de: estou no caminho certo, vai correr tudo bem, é mesmo por aqui. É desta. E esquecemo-nos de que, lá porque não percebemos o que está escrito nas restantes tabuletas, não significa que elas também não apontem para caminhos que nos levam à Felicidade. Simplificando: não raras vezes, seguimos na nossa vida por um caminho que achamos ser o único que nos leva à Felicidade e colocamos palas nos olhos, para que nada nos distraia da nossa incansável busca. Vemos os outros seguirem por outros caminhos e achamos que os caminhos que eles seguem não vão dar à Felicidade. Até nos apetecia percorrer um ou outro caminho que vamos espreitando, mas e a coragem para abandonarmos o caminho para a Felicidade? Não a temos. Não a temos porque, enfim, caminhámos já muito, além de que temos o pensamento quase paranóico de que só falta um bocadinho. Mais um esforço. E há um dia em que lá chegamos. Ao fim do caminho. E Felicidade? Nem vê-la. Há quem diga e bem que a Felicidade não é um destino, mas um percurso. O caminho. E chegamos também à conclusão que se calhar os outros caminhos (com aquelas direcções estranhas) iam dar a algo melhor.
Para não chegarmos a este ponto de ruptura e de desespero, só precisamos de fazer uma coisa tão simples quanto pararmos em frente do poste e irmos pelo caminho que nos apetecer mais. O mais agradável. O que nos realizar mais. Porque depois chegaremos eventualmente à conclusão que a palavra estranha lá escrita, na tabuleta daquele outro caminho, também era Felicidade. Nós é que não a soubemos ler."

por Miss Daisy ( que escreve tão muitíssimo bem e ainda bem... )

14 de fevereiro de 2011

Quem não gosta?


"De homens cavalheiros, que nos abram a porta, que nos deixem passar primeiro, que nos levem a conhecer os melhores lugares, que nos façam surpresas, que sejam pacientes e oiçam as nossas queixas, por mais descabidas que possam parecer, que nos mimem e nos apapariquem. Que nos sirvam e nos encham o copo ao jantar, que nos digam que estamos lindas. De homens com sentido de humor, originais e criativos, que tenham um estilo próprio e não sejam iguais a tantos outros. De homens que saibam estar, que nos façam sentir únicas e que queiram cuidar de nós para sempre.
Sim, é verdade que esta é uma espécie em vias de extinção, mas eu sei que ainda há alguns por aí. Tenho a certeza!
... O que transforma um homem vulgar no nosso príncipe, é ele querer ser o homem da nossa vida. E há alguns que ainda querem."

Miss Glitering ( do blog "ás nove no meu blog" )

11 de fevereiro de 2011

Peace

"Be at Peace with Everyone. No one is capable of making you upset without your consent, so if you begin practicing the intention to be authentic and peaceful with everyone, you connect to peace itself - and gain the power to change the energy of your relationships with family and friends." - Dr. Wayne Dyer

10 de fevereiro de 2011

"Poderíamos, com mais frequência, tentar deixar a vida em paz para desembrulhar as suas flores no tempo dela, no tempo delas, e, em alguns momentos, nem desembrulhar...
Apesar da nossa cuidadosa aposta nas sementes, algumas simplesmente não vingam e isso não significa que a vida, por algum motivo, está a vingar-se de nós. Há muito mai...s jardim para ser desembrulhado."

Ana Jácomo

9 de fevereiro de 2011

Amor Perfeito

"Há dias em que acordo com dez anos, o cabelo despenteado e os olhos a brilhar como duas estrelas. Podes estar ou não ao meu lado a dormir como uma criança, ou a viver na minha memória, e oiço a tua respiração regular e vejo o teu peito a subir e a descer ao ritmo do teu coração. O ar enche-se de açúcar em camadas invisíveis que se espalham por toda a casa e nos acompanham à rua quando saímos, sempre atrasados, porque nunca nos queremos separar.Enquanto guio pela cidade e resolvo a minha quase infindável lista de tarefas, tu vais sentado ao meu lado, vejo-te de óculos escuros, oiço-te a cantarolar e sinto a tua mão esquerda sobre as minhas pernas. Nos sinais vermelhos, se fechar os olhos e me concentrar, a tua boca vai escorregar pelo meu pescoço acima até dobrar a linha do maxilar e percorrer a minha cara até chegar à minha boca para mergulhares em mim como uma onda salgada e doce, num beijo profundo e demorado.Às vezes os outros carros buzinam porque estou distraída, mas não me importo, faço tudo devagar, com a doçura e a sabedoria dos eternos apaixonados que vivem a sonhar acordados, que viajam para outras cidades em sonhos, que adivinham o futuro melhor do que qualquer cartomante, que imaginam cada dia como o dia perfeito das suas vidas.Tu és o meu amor perfeito. Não sei exactamente quem és nem em que cidade vives, mas és muito bonito, tens um coração onde cabe o mundo inteiro, gostas de ler e de rir e os teus amigos dizem que és o melhor amigo do mundo. Gostas de viajar, falas várias línguas e consegues fazer piadas em todas elas. Andas de ténis e de calças com bolsos, tens uns olhos enormes e o cabelo despenteado. Nunca serás um senhor de fato e gravata, nunca serás administrador de um banco, nunca chegarás a casa com cara de chato, como fazem aqueles maridos que deixam crescer a barriga, andam de pantufas e passam horas colados aos canais de desporto.Tu és o meu amor perfeito, que me compra colares e me escreve bilhetes, que me dá a mão na rua, que me abraça no meio de todas as praças e me leva para a cama sem hora marcada. Tens um sorriso enorme e sempre que olhas para mim, sinto uma fábrica de borboletas no estômago e tenho vontade de rir e de chorar ao mesmo tempo, porque sabes fazer-me a pessoa mais feliz do mundo.Não sei em que país vives ou de que planeta desceste, mas tenho a certeza que vives na terra e que, tal como eu, sonhas com um amor perfeito, feito de paz e de açúcar, um amor seguro e tranquilo que a distância não mata nem o silêncio consome. Pode ser que te torne mesmo verdade e um dia destes entres pela porta da minha casa e me digas que nunca mais te vais embora. Mas, mesmo que nunca venhas, és o meu amor perfeito, a imagem idealizada do que desejo e mereço, o sonho que me faz acordar e sentir-me outra vez com dez anos, com estrelas no olhos e o coração cheio de açúcar."

Margarida Rebelo Pinto

4 de fevereiro de 2011

O Poder das nossas escolhas

"Coisas más não são o pior que nos pode acontecer. O pior que nos pode acontecer é NADA.

Uma vida fácil, nada nos ensina. No fim, é o que aprendemos que importa: o que aprendemos e como nos desenvolvemos.

Traçamos as nossas vidas pelo poder das nossas escolhas. Quando as nossas escolhas são feitas passivamente, quando não somos nós mesmos que traçamos as nossas vidas, sentimo-nos frustrados.

Uma pequena mudança hoje pode acarretar-nos um amanhã profundamente diferente. São grandes as recompensas para aqueles que têm a coragem de mudar, mas essas recompensas acham-se ocultas pelo tempo.

Geramos os nossos próprios meios. Obtemos exactamente aquilo por que lutamos. Somos responsáveis pela vida que nós próprios criamos. Quem terá a culpa, a quem cabe o louvor, senão a nós mesmos? Quem pode mudar as nossas vidas, a qualquer momento, senão nós próprios?"

Richard Bach

31 de janeiro de 2011

Todo o Mal Provém não da Privação mas do Supérfluo

"Ser feliz é, afinal, não esperar muito da felicidade, ser feliz é ser simples, desambicioso, é saber dosear as aspirações até àquela medida que põe o que se deseja ao nosso alcance. Pegando de novo em Tolstoi, que vem sendo em mim um padrão tutelar, lembremos de novo um dos seus heróis, o príncipe Pedro Bezoukhov (do romance 'Guerra e Paz'). As circunstâncias fizeram-no conviver no cativeiro com um símbolo da sabedoria popular, um tal Karataiev. Pois esse companheirismo desinteressado e genuíno, esse encontro com a vida crua mas desmistificadora, não só modificaram o príncipe Pedro como lhe revelaram o que ele precisava de saber para atingir o que nós, pobres humanos, debalde perseguimos: a coerência, a pacificação interior, que são correctivos da desventura. Tolstoi salienta-nos que Pedro, após essa vivência, apreendera, não pela razão mas por todo o seu ser, que o homem nasceu para a felicidade e que todo o mal provém não da privação mas do supérfluo, e que, enfim, não há grandeza onde não haja verdade e desapego pelo efémero. Isto, aliás, nos é repetido por outra figura de Tolstoi, a princesa Maria, ao acautelar-nos com esta síntese desoladora: «Todos lutam, sofrem e se angustiam, todos corrompem a alma para atingir bens fugazes»."

Fernando Namora, in 'Sentados na Relva'

28 de janeiro de 2011

"Que nunca te doa o beijo, que nunca te doa o abraço. Que nunca te falte um “bom dia”, um “olá”. E um “amo-te” e um “quero-te” e um “preciso-te”. Que nunca a tua voz se canse de se erguer, que nunca a tua mão se canse de acarinhar. Nunca. Que nunca o teu medo te impeça de andar, que nunca a chuva te obrigue a fugir. Que nunca deixes de gritar se te apetecer gritar, que nunca deixes de cantar se te apetecer cantar. Que nunca te deites debaixo de quem te paga só para teres um salário, que nunca pises a quem pagas só porque és tu quem lhe paga. Nunca. Que nunca te arrependas de querer melhor, que nunca te castres de recusar pior. Que nunca te fartes de aprender, que nunca teimes no que não podes vencer. Que nunca o sonho te pareça grande demais, que nunca um choro se te afigure eterno, que nunca a dor de magoar te pareça moderno. Nunca. Nunca evites a palavra que tem de ser dita, a violência que tem de ser maldita. Nunca feches a porta a quem te pede, nunca enchas de murros quem te cede. Nunca. Diz nunca ao hipócrita que te diz “vem”, ao sacana que te pede a mão. Diz nunca. E que só por uma vez te canses de viver. Nunca."


Pedro Chagas Freitas

20 de janeiro de 2011

Bem... não sei se concordo...

"No mundo imaginário dos contos de fadas os homens gostam de princesas carinhosas, queridas e amorosas. Aquelas que olham para eles com o olhar preenchido de admiração e ternura, e o coração a transbordar dos sentimentos mais nobres. No mundo imaginário dos contos de fadas os homens adoram as princesas que fazem de tudo para os satisfazer, oferecendo-lhes o seu coração numa bandeja de prata e todo o seu carinho e apoio noutra, de ouro. Nesse mundo imaginário os príncipes percorrem dezenas de montanhas, escalam corajosamente as torres mais altas e matam todos os monstros, para que no fim todos possam viver juntos e felizes para sempre.
O que devia estar escrito em letra pequenina no fim de todos os contos de fadas é que o mundo real é o completo oposto. Porque no mundo real os homens até podem dizer que gostam de princesas carinhosas, queridas e amorosas, mas na verdade são loucos por aquelas que lhes fazem a vida negra e os deixam a salivar a cada pequenino passo que dão, obrigando-os com mestria a andar atrás delas como se fossem cães domesticados. Há quem diga que as mulheres são masoquistas, mas isso é porque nunca viu como os homens adoram ser manipulados, rejeitados, afastados e tratados como se fossem algo comparável com uma melga que se quer ver longe...muito longe. Porque enquanto nos contos de fadas os príncipes lutam para receber carinho, dedicação, entrega e amor eterno, no mundo real eles lutam enquanto têm aventura, novidade, emoção e qualquer coisa que lhes levante o ego (...e não só). Porque no dia em que a loira boa do bairro e arredores passa a olhar para eles com um olhar preenchido de carinho e admiração, eles perdem logo o interesse todo. Assim mesmo...num estalar de dedos! E se entretanto ela tiver a infeliz ideia de oferecer ao macho o seu coração numa bandeja de prata e todo o seu carinho e apoio noutra, de ouro...aí nem sequer tem tempo de o ver a correr, porque ele acaba por se esfumar para todo o sempre.

Moral da história: Quanto mais cabra, insensível, manipuladora
e fria for a princesa, maior é a probabilidade de ficar com o seu
príncipe. Porque se por acaso ele se aperceber que se trata de um
simples disfarce que na realidade esconde uma princesa, daquelas
carinhosas, queridas e amorosas..o conto de fadas simplesmente
perde a piada toda e eles põem-se a andar. Bonito, não é?
Infelizmente...isto sim, é algo que todas as criancinhas deviam ler."

por Mona Lisa (blackandwhitereality )

10 de janeiro de 2011

"- E você, porque desvia o olhar?

(Porque eu tenho medo de altura. Tenho medo de cair para dentro de você. Há nos seus olhos castanhos certos desenhos que me lembram montanhas, cordilheiras vistas do alto, em miniatura. Então, eu desvio os meus olhos para amarrá-los em qualquer pedra no chão e me salvar do amor. Mas, hoje, não encontraram pedra. Encontraram flôr. E eu me agarrei às pétalas o mais que pude, sem sequer perceber que estava plantada num desses abismos, dentro dos seus olhos.)

- Ah. Porque eu sou tímida.
 
Rita Apoena

8 de janeiro de 2011

O bem do desapego

"É quando nos preparamos para mudar que percebemos a quantidade de coisas que guardamos sem necessidade. Nem sabemos por que o fazemos, mas temos medo de um dia precisar disso ou daquilo e vamos acumulando nossas preciosidades, se assim podemos dizer.
Grande armário é o nosso coração e a nossa alma! Imagino que se um dia tivéssemos que "mudar" esse pedacinho de nós, encontraríamos nele muitas coisas desnecessárias das quais tivemos dificuldade para nos desenvencilhar.
Como nos nossos armários há roupas que nem nos cabem mais, nas gavetas objetos inúteis, há nesse nosso coração certamente sentimentos que há muito deixaram de nos servir, mas que continuam intactos, como se o tempo para eles não tivesse passado.
As águas correm nos rios, mas não no nosso interior. Elas levam o que encontram pela frente, mas nós nos apegamos ao inútil e nos impedimos assim de desembocar no grande mar da vida que nos oferece novos horizontes.
Se um dia decidirmos mudar de casa e nos oferecermos uma nova vida, não precisamos deixar tudo e nem carregar tudo. Um coração sábio saberá escolher o que deve ser aproveitado ou não. Os carinhos que recebemos permanecerão intactos, mesmo se as flores se secaram e as cartas se perderam.
Antigas e amareladas mágoas nunca têm utilidade, a não ser para envelhecer e entristecer nossa alma. Coisas que começamos e nunca terminamos ou continuamos, ou desistimos. Não é vergonhoso deixar coisas para trás, pesado mesmo e seguir em frente carregando essas mesmas coisas que nem sabemos onde vamos colocar.
Valioso demais é nosso coração para que seja maltratado, para que seja a ele negada a chance de se oferecer novas oportunidades e novos ares.
Cultivar no seu jardim a flor do desapego não significa amar menos ou deixar de apreciar o que de bom a vida nos oferece. Apenas mudar nosso olhar em relação ao mundo e se dizer que as coisas realmente bonitas e importantes ficam gravadas para sempre nas paredes da nossa alma, seja qual for nosso caminho."
                                                                                     
Letícia Thompson

7 de janeiro de 2011

YOUR life story is your LOVE STORY

"It is a movie of loving connection, heartfelt emotion, memories and wishful dreams.
But when your life is over, the movie will be richer or poorer for the amount of love contained in each scene.
Don't worry though... you might think your life is not a love story. You might think it is a war movie, a horror story or just a plain boring soap. But your ego mind is fooling you.
Each moment of your life has been jam packed with either loving experience or those experiences which are urging you, pushing you and shoving you into LOVE. And love is never dull.

Generally, when we feel that we are going nowhere, when we are bored, when we feel lonely, when we feel lethargic, when we feel in despair... there is not enough love being played out in each scene. You see, our misery, our regrets, our disconnection, comes about when we simply hold back on loving either ourselves or others.
It is the withhold of love that is our greatest pain.
So why do we hold back from being a loving sunbeam in both our own life and that of others?

We doubt our own self worth...
we doubt whether people want us...
we doubt whether we are invited...
we doubt whether we are included...
we doubt whether we belong...
we doubt people want to hear from us, speak to us or even acknowledge us.
And in this misery of doubt, of unworthiness, we withdraw from others and from the world because we believe this will cause us less pain than rejection, feeling uncomfortable, unwanted or not appreciated.
Quite frankly, we are closing our hearts not only to others, the world, but also to ourselves.
It is one of the most painful things we can do to ourselves... and those who wish so much to share us.

Yes, our own mind can be a pretty violent place.

Yet we can never lose anything and we can never be a burden if we show up in the world as love.

So it might be that we will be a little too energetic or love fueled for those in the valleys of fear and darkness. But that is their business and not ours. Ours is the business of love.

When we give light and love to others, they will find the way to their own hearts... to their own connection to all that is... to the treasure trove that lies within their own hearts and which is connected to that treasure house which is in us also.

So just give love... be loving... join in.. share... and show up!

Beam your loving smiles...

Say those loving words...

Bring your loving presence to others...

Never worry about hugging,cuddles, kissing...

Never worry about sharing your heart... be willing to honor and listen to others too.

Always look into people's eyes... the window to their soul.

Yes, just go out there as the butterfly, sharing, caring and plain loving.

Then you will see just how many people will so much want to dance with you!

We might have our regrets.

But they will, at the end of the day, be about how we did not love enough.. those times when we needed to speak love... those times when we needed to be loving and those times when we just so much yearned to show up as love but that ugly fear monster held us back.

Just be free.. be love."

by Nick Ralls
Thank you Nick :)

Que entenda

“Que o outro saiba quando eu estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não se vá embora batendo com a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta. (...)
Que se estou apenas cansada, o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais. (...)
Que se estou numa fase ruim o outro seja o meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo 'Olha que estou a ter muita paciência contigo!' (...)
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou a conseguir ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa – uma mulher."

Lya Luft